Comitê Popular promoveu Debate-bola sobre Moradia e Gênero

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*Este texto foi originalmente publicado no Jornal Popular da Copa edição n.03

O Comitê Popular da Copa SP realizou, no dia 3 de agosto, debate sobre a questão de Gênero e Moradia. O “Debate Bola” aconteceu na Ocupação Margarida Maria Alves, na região da Luz, centro de São Paulo. Nelson da Cruz Souza, coordenador da Ocupação destacou a importância da paraibana Margarida Maria Alves na liderança do sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa. Segundo Nelson, ela educava os trabalhadores rurais à noite em sua casa.

O debate contou com a participação da pesquisadora Marina Rago, que falou da importância da mulher nos movimentos de moradia e questionou a opressão do homens. A militante Helena Silvestre, do movimento Luta Popular, falou do desafio de pensar as relações de trabalho e gênero. Segundo ela, as mulheres acabam escolhendo as tarefas tradicionais. Essas escolhas são por questões de segurança, pois é ali que a sociedade diz que elas tem de estar. “É preciso desconstruir essa ideia de que tem trabalhos para homens e outros para mulheres”. Para Wilminha, da Marcha Mundial das Mulheres, “o feminismo não prega ódio, mas clama por igualdade e pelo fim da dominação de um gênero sobre o outro”. Ela projetou o filme “Mulheres Invisíveis” que defende “que a organização do trabalho entre homens e mulheres é organizado pela divisão sexual do trabalho”.

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